quinta-feira, 27 de setembro de 2007

PND contesta fecho do SAP

Rui Pires da Silva, coordenador distrital da juventude do Partido da Nova Democracia(PND), manifestou-se contra o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) de Sever do Vouga.

Com a devida vénia ao
Diário de Aveiro

O Dirigente critica as «orientações economicistas» do Governo e a sua «lógica de diminuição da despesa com a concentração de serviços que trará elevados prejuízos às populações».

O fecho da unidade de saúde durante a noite poderá provocar «graves danos» à população de Sever do Vouga, estima Rui Pires da Silva, lembrando que «mais de 20 por cento» dos utentes do SAP tem mais de 65 anos.
Os moradores de concelho são agora obrigados percorrer 45 quilómetros até Aveiro ou 30 até Águeda, onde se encontra as unidades de saúde mais próximas.

«Pergunto-me como é possível que este Governo tome medidas tão drásticas quando tanto se fala no elevado aumento de desertificação nos meios mais rurais», afirma o dirigente do PND, salientando que o encerramento de unidades de saúde nas zonas rurais «contribuirá par que o meio fique mais carenciado de serviços».

sexta-feira, 21 de setembro de 2007



DEFENDER OS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE



DIA 22 DE SATEMBRO
DIA NACIONAL DE LUTA EM DEFESA
DO
SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
EM VISEU É NO ROSSIO
ÀS 10.00H
NÃO FALTE





Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Saúde do Distrito de Viseu
Apartado 2214,
3501-909 Viseu

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Encerramento do SAP de Sever do Vouga

Infelizmente, o centro de saúde de Sever do Vouga, já está encerrado.
Para o governo o encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente (SAP) é uma medida positiva, e para as populações? Será que também o é?

Lamentavelmente, se verifica, que os Portugueses só são precisos no dia das eleições para votarem, porque a partir daí só interessam quando houver novamente actos electivos.

Para o governo, as pessoas são apenas números, isto está provado nas medidas aritméticas de atendimento, que servem apenas orientações economicistas, numa lógica de diminuição da despesa com a concentração de serviços que trará elevados prejuízos às populações.

Para Sever do Vouga, o encerramento da unidade de saúde durante a noite, poderá provocar graves danos, (infelizmente quem vai sofrer isso na pele é que não tem culpa nenhuma, mas isso já estamos habituados a pagar pelos erros dos outros.)

Relembro que com o encerramento deste SAP, a população (mais de 20% com idades superiores a 65anos) passou a estar a 45km de Aveiro, ou a 30km de Águeda, que é onde se encontra a unidade de saúde mais próxima.

Pergunto-me, como é possível que este governo tome medidas tão drásticas, quando tanto se fala no elevado aumento de desertificação nos meios mais rurais. Será que ninguém vê que com o encerramento de unidades de saúde nas zonas rurais isso contribuirá para que o meio fique mais carenciado de serviços? E isso, por sua vez faz com que as pessoas se afastem de zonas onde sabem que durante a noite não vão ter apoio permanente.

“As pessoas não são números!”

E mesmo que se salvasse só uma vida por ano no SAP de Sever do Vouga, já valeria a pena.
Estamos a falar de um direito de todos nós, que é o direito à saúde.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Duas mil pessoas prestaram as últimas homenagens à mãe e seus filhos.




Ontem realizou-se o funeral da mãe e dos dois filhos encontrados mortos na sua casa em Santiago, Viseu.
Pergunto-me a mim próprio o que passou pela cabeça da dona Maria Helena?
Recordo que Maria Helena autora do duplo homicídio dos seus próprios filhos e autora também do seu próprio suicídio, sofria de um tumor na cabeça e de depressão.
Será isto motivo para estrangular o seu filho e degolar a sua própria filha com uma faca eléctrica, e de cortar a sua própria garganta?



Ninguém consegue entender o que leva uma mãe a cometer um crime tão horrendo como este.
No dia em que soube do sucedido pela comunicação social, nem quis acreditar, «como é possível meu Deus?» foram as únicas palavras que consegui dizer em quanto me recomponha do choque.

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi pequena para receber as milhares de pessoas que num gesto de homenagem se dirigiram ao local onde estava o corpo da mãe com os seus rebentos lado a lado.

Sargento Costa Gomes, pai e marido, permaneceu sempre por perto das urnas de seus filhos e sua mulher, enquanto isso, do seu rosto caíam lágrimas silenciadas com a dor de perder uma família.

Reflictamos com as palavras do Sacerdote José Moujão….

«“Jesus disse ‘Deixai vir a mim as criancinhas’. Ele queria as crianças perto de si, e estas que hoje acompanhamos já estão perto dele. Passaram um martírio violento para verem Jesus, para o conhecerem de uma maneira nova”

“À misericórdia infinita de Deus recomendamos também esta mãe.”»

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Encerramento das escolas primárias


A escola primária onde estudei (Paço de Cedrim) (ver foto) vai ser uma das seis escolas a fechar no concelho de Sever do Vouga.


Não fazendo um discurso bairrista, mas é normalíssimo que eu fique triste por ver aquela velhinha escola a ser encerrada.


Faço agora na minha análise geral sobre esta medida de reestruturação do ensino por parte do Ministério da Educação.


Tenho uma opinião muito crítica no que diz respeito ao encerramento das escolas.


Tenho quase a certeza que ainda há muito por fazer nas escolas acolhedoras para poder receber (com condições) as crianças que serão extraditadas.


Não sou contra o encerramento de escolas que simplesmente tenham 2 ou 3 alunos, ai acho muito importante que se encontre uma solução, mas, sempre a proteger os interesses das crianças.


Penso também que com o encerramento das escolas nos meios mais rurais se vai deixar um pouco de lutar contra aumento da desertificação da população, penso que é preciso estudar bem o que fazer antes de tomar qualquer decisão. Acredito que, no que diz respeito as escolas escolhidas para serem encerradas no país, uma das únicas coisas que contou foram interesses políticos, e as crianças que são as mais prejudicadas muito pouca gente quer saber (falo dos grandes).

terça-feira, 11 de setembro de 2007

O que aconteceu afinal a Madeleine McCann?


Muitas pessoas perguntam-se a si mesmas onde estará a pequena menina Inglesa?

Muito se tem falado da forma como a polícia judiciária (PJ), tem conduzido toda a investigação, certo é, que o tempo vai passando e cada vez se parece estar mais longe de encontra a pequena britânica.


Segundo o director nacional da PJ, os resultados das análises dos vestígios de sangue recolhidos não garantem que o sangue seja da Madeleine.

O jornal on-line do Telegraph, afirmou na edição da noite que existe uma correspondência de 100% com Madeleine McCann das amostras de ADN encontradas no carro alugado por Kate e Gerry McCann (pais da pequena desaparecida).

Alípio Ribeiro director nacional da PJ afirmou á RTP1 que esta notícia avançada pelo jornal Telegraph que o corpo da menina esteve no carro do casal McCann é “especulativa”.

Certo é que a pequena jovem continua desaparecida, os McCann foram constituídos arguidos tendo ficado com a medida de termo de identidade e residência, o jornal Telegraph diz que as amostras de sangue recolhidas para análise correspondem a 100% com o ADN da pequena Madeleine e diz também que o corpo da menina esteve no carro alugado pelo casal britânico.




Alípio Ribeiro disse também que teria sido “imoral” considerar os pais de Madeleine suspeitos desde o início do processo, recorda ele que a hipótese mais investigada inicialmente foi a de rapto.
Mas e agora? Qual serão as hipóteses? Já agora , Robert Morat? Continuará a ser o suspeito número um?




Não será especulação a mais?

Bem certo é que a pequena continua por aparecer e sem se saber se está viva ou morta.

Esteja onde estiver, espero que esteja bem.

domingo, 2 de setembro de 2007

Porto a olhar para o céu

600 mil pessoas nas margens do rio Douro
Para se ter uma ideia da magnitude que atingiu o dia de ontem do Red Bull Air Race, junto ao rio Douro, basta começar por referir que no São João, festa popular da cidade Invicta, estima-se que serão entre 120 a 140 mil as pessoas a sair à rua, no Porto. Ontem foram 600 mil os espectadores que se juntaram nas margens do Douro.


Um número que, para além de histórico, atingiu um recorde nacional, já que nenhum outro evento conseguiu reunir, em solo luso, tanta gente no mesmo dia.

Desde as 06h00 que o público começou a chegar para assistir aos voos das máquinas dos 12 pilotos apurados para as finais de ontem. Desde pequenas cadeiras até sacos-cama, tudo valia para permitir o conforto de quem seguiu as instruções da organização e se deslocou bem cedo para junto do local da prova. Às 08h00, as autoridades estimavam que o número de espectadores já atingia os 250 mil do dia anterior.

Seria fácil de prever as complicações que daí viriam. Trânsito parado, filas enormes de espera junto às pontes e ainda enorme confusão nas estações de metro mais próximas foram consequências naturais ao longo de todo o dia, que juntou mais de meio milhão de pessoas nas margens do rio Douro.


Notícia retirada do jornal online do CORREIO DA MANHÃ.