sábado, 20 de outubro de 2007

Susana Barbosa e Rui Pires da Silva, na Agrovouga`07 a convite da DRABL


Amanhã, dia 20, pelas 11,00h Susana Barbosa, Coordenadora Distrital do PND/Aveiro e Rui Pires da Silva, Representante Distrital da Juventude do PND/Aveiro, a convite da Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral (DRABL), participam no Seminário: "Plano de Desnvolvimento Rural - As linhas Gerais do PDR 2007/2013", apresentado pela Direcção Regional da Agricultura e das Pescas, inserido no plano das Jornadas Técnicas da Agrovouga`07, a decorrer no auditório do Parque de Feiras e Exposições de Aveiro.

Pelas 15,00h, Susana Barbosa e Rui Pires da Silva, acompanhados por uma comitiva do PND/Aveiro, farão uma visita à Agrovouga`07, a decorrer no Parque de Feiras e Exposições de Aveiro.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Tratado de Lisboa

A união europeia chegou ontem a acordo entre todos os estados membros sobre o novo tratado europeu, que pelos vistos vais ser baptizado de TRATADO DE LISBOA.
Este tratado em nada vem ajudar o nosso país, mas para o Partido Socialista o tratado é um acontecimento histórico para Portugal. E o povo pensa de forma igual? A nossa opinião contará para alguma coisa?

Com este tratado, Portugal, como um dos pequenos países dos 27, que compõem a União Europeia, irá ser um dos mais penalizados.

Redução de representação no parlamento Europeu.
Redução no poder de voto em qualquer decisão.
Dificilmente voltarmos a ter a presidência da União Europeia, devido ao facto de não haver rotatividade da presidência.

Este tratado vem simplesmente dar mais poder às grandes potências Europeias, e fará com que as pequenas potências passem a “SER” e “FAZER” o que elas quiserem.
Atribuição de mais poderes para quem já os tinha, e diminuição de poderes a quem não/nunca os teve.

Portugal não irá sentir grande diferença no que diz respeito a esta forma de totalitarismo, isto porque a opinião do povo para o actual governo nunca teve poder algum, e não acredito que será agora que irá passar a ter.


Rui Pires da Silva
(Representante Distrital da Juventude do PND/Aveiro)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

SEVER DO VOUGA

Vereador do PSD renuncia mandato



A partir do dia 1 de Novembro, o vereador social-democrata Alberto Henriques Gonçalves deixa de exercer as funções no Executivo Municipal.


Com a vévida: Jornal Beira Vouga


A informação foi avançada pelo vereador durante a reunião de Câmara do dia 8 de Outubro. A renúncia prende-se com desentendimentos sobre as orientações políticas dadas pela Concelhia do PSD de Sever do Vouga.

“Não me adaptei a forma de fazer oposição da parte do dr.º João Miguel Almeida na Câmara Municipal. Tenho uma visão diferente de fazer política, numa perspectiva construtiva assente no estudo, conhecimento e participação. Conheço bem a realidade do meu concelho e acredito que todos somos poucos para ajudar no progresso e bem-estar da nossa população”, explica o ainda vereador Alberto Gonçalves.

Constante suspeição

O vereador, que sai a meio do mandato, critica ainda o clima de “constante suspeição” provocado pela oposição social-democrata. “Acho que o método da «chancada» e do «bota abaixo», da constante suspeição e da desconfiança de tudo e de todos não é a melhor forma de fazer oposição ou de preparar o caminho para uma futura governação”, explica Alberto Gonçalves. E acrescenta: “Há formas de actuar diferentes e quando a minha colaboração é posta em causa porque devemos é dificultar e não construir, então eu penso que não estou no barco certo”, conclui o vereador.

(Leia a notícia na íntegra na edição da 2.ª quinzena de Outubro do Beira Vouga)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Liberdade de expressão

Uma vez mais, foi criado um mistério para que ninguém o consiga resolver.

Segundo o presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP), num
telefonema efectuado para o programa "Antena Aberta" da RTP N, na
passada sexta-feira, o procedimento que os dois agentes da P.S.P tiveram
perante o sindicato de professores na Covilhã foi o normal, e não vê nada
que possa fazer disto um caso mediático, considerando que os agentes actuaram
de «boa fé» e no espírito de serviço público que caracteriza a polícia.

Este caso insólito faz-me lembrar outros casos recentes, mas infelizmente já
esquecidos por muitos (vai se lá saber porquê), nomeadamente a demissão da
directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho, o afastamento do professor
Fernando charrua da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), entre
muitos outros.

Será que, 33 anos depois de se ter dado lugar à revolução de "Abril" e
do povo ter gritado " VIVA A LIBERDADE" nós regressamos novamente a uma
ditadura?

Acho alguma graça quando o nosso Primeiro-Ministro vêm dizer que todos os
Português têm direito à liberdade de expressão, mas se alguém diz algo,
dentro dessa mesma liberdade de expressão, é imediatamente afastado para não
dizer demitido.

Já para não falar no Dr. Gonçalo Amaral, ex-coordenador da Polícia Judiciária de
Portimão, sim, porque esse simplesmente disse duas ou três verdades e foi logo
convidado a ir para a reforma mais cedo.

O que está em causa é o direito à liberdade de expressão. Portugal é um
Estado democrático, mas de democrático para alguns não tem nada.
Liberdade de expressão é o direito de manifestar opiniões livremente. É um
conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo
moral, e democracia é uma palavra que vem do grego "demos" que significa
povo. Nas democracias, é o povo quem detém o poder soberano sobre o poder
legislativo e o executivo.

Agora pergunto, onde está o Portugal democrático?

Onde está o povo que gritou " VIVA A LIBERDADE"?



Rui Pires da Silva

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

(Juca) 1929 - 2007


Faleceu Juca, o «cabecinha de ouro»
Faleceu hoje Júlio Cernadas Pereira, Juca, antigo jogador e treinador do Sporting e também ex-seleccionador nacional de futebol. O «cabecinha de ouro» contava 78 anos de idade.

Nasceu em Moçambique e chegou a Alvalade em 1950. Juca integrou a equipa leonina que conquistou o primeiro «tetra» (1951/52/53/54) e voltou a sagrar-se campeão em 1958. Sempre ligado ao Sporting, seu único clube, voltou a conquistar o título nacional em 1962, mas agora como treinador. E em 1966, fazendo dupla técnica com o brasileiro Otto Glória. Foi ainda director de futebol dos «leões» na gerência de Sousa Cintra.Juca integrou a equipa que disputou o primeiro jogo da Taça dos Campeões Europeus, Sporting-Partizan de Belgrado (3-3), em 4 de Setembro de 1955, no Estádio Nacional. Uma vida dedicada ao Sporting e à Selecção Nacional, que representou enquanto jogador e seleccionador.





Coordenador distrital da juventude do PND admite candidatura à estrutura nacional.

Rui Pires da Silva, membro da direcção nacional da juventude do PND, admite apresentar uma candidatura à liderança daquele órgão no âmbito do processo eleitoral que o partido deverá atravessar.

Com a devida vénia a: Rádio Terranova

Para o dirigente aveirense “o PND faz falta a Portugal” e não desistirá de lutar por um projecto que considera viável e útil para o país.

Caso se confirme a demissão de Manuel Monteiro, a direcção nacional da juventude do PND (Novas Gerações) também deverá passar a demissionária. O coordenador distrital da juventude do PND/Aveiro assume que está disponível para assumir a candidatura.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Oposição acusa Governo de falhar em matéria de emprego

Discussão no parlamento um dia depois de terem sido divulgados os dados do Eurostat sobre o emprego em Portugal



A oposição acusou o Governo de estar a falhar a promessa eleitoral de criar 150.000 empregos durante uma legislatura, num debate sobre desemprego e sentimento de insegurança suscitado pelo CDS-PP.
Com a devida vénia: rtp.pt


"Onde estão os 150.000 postos de trabalho que o PS prometeu na campanha eleitoral? Podem colar um novo cartaz a falar em 40 a 60 mil novos desempregados", afirmou Portas, uma pergunta depois repetida por todas as bancadas da oposição.

Um dia depois de terem sido divulgados os dados do Eurostat - que apresentam Portugal como um dos três países da UE onde o desemprego aumentou - Paulo Portas lamentou a ausência no debate do ministro da Economia e sublinhou que Manuel Pinho não comparece no plenário da Assembleia da República desde Novembro do ano passado.

"Não sei quanto mais tempo V.Exas. conseguem esconder o ministro da Economia, algo me diz que ele é o desempregado mais certo do vosso governo", ironizou o líder do CDS.

Na resposta, em nome do Governo, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, referiu que Manuel Pinho não foi chamado por nenhum partido para comparecer em plenário no último ano, o que foi imediatamente contestado pelos democratas-cristãos.

"A interpelação que o CDS aqui fez no início do meu mandato foi sobre poder de compra e o ministro da Economia não estava", frisou Portas.

"O poder de compra não é economia, compreendo que o CDS é incapaz de perceber que o poder de compra diz respeito a todas as condições da vida dos portugueses", respondeu Santos Silva.

Sobre o aumento do desemprego, o ministro dos Assuntos Parlamentares salientou que, desde Fevereiro, os dados do Eurostat referem valores entre os 8,2 e 8,3 por cento, considerando que se pode falar em estabilização.

"Porque é que a Europa está à nossa frente na diminuição do desemprego? Porque o relançamento da economia europeia começou mais cedo do que a nossa por razões que me dispenso de explicar", afirmou Santos Silva, considerando que o comportamento da economia permite "um optimismo moderado e realista" sobre a evolução do desemprego.

"Só vos falta dizer que o desemprego desceu para cima...", criticou Portas, que lembrou que no Programa de Estabilidade e Crescimento o Governo tinha fixado para este ano uma taxa de desemprego de 7,6 por cento.

Pelo PSD, o deputado Miguel Frasquilho responsabilizou "a política desastrada" do Governo pelo aumento do desemprego, em contra ciclo com a tendência europeia.

"2007 ficará como uma marca negra do governo socialista: é o primeiro ano em 29 anos em que a taxa de desemprego em Portugal ultrapassou a taxa espanhola", criticou.

O PCP, pelo deputado José Soeiro, exortou o PS a "acabar com as promessas para daqui a quatro ou cinco anos", sublinhando que "a economia não melhora e a situação social das famílias agrava-se".

O líder parlamentar do Bloco de Esquerda, Luís Fazenda, desafiou o Governo a explicar em que fundamentos se baseia para estar optimista em relação à evolução do desemprego.

"Está o Governo disposto a garantir que para o ano haverá inversão da tendência?", questionou.

O debate de actualidade do CDS-PP era também sobre o "sentimento de insegurança" mas a questão passou ao lado de quase todas as bancadas e da primeira intervenção de Santos Silva.

"Nem uma palavra sobre segurança. O primeiro-ministro afirmou em Fevereiro de 2007 que, até ao final do ano, haveria mais 4.000 polícias nas ruas. Onde estão esses polícias?", questionou Paulo Portas.

Na resposta, o ministro dos Assuntos Parlamentares considerou "inacreditável" que o CDS tenha juntado no mesmo debate desemprego e insegurança, dizendo que essa ligação "é própria da direita mais trauliteira".

"Terá mais polícias na rua e polícias mais e melhor equipados", garantiu, contudo, o ministro Santos Silva.







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